Palácio Correio-mor

Contruído no século XVIII a mando de Filipe II pelo italiano Antonio Canevari, um dos arquitetos do Convento de Mafra, o Palácio do Correio-Mor situa-se no interior de uma quinta da freguesia de Loures e está classificado como Património de Interesse Público. A planta clássica deste edifício barroco em forma de U permite uma utilização do espaço bastante versátil, com compartimentos que poderão ser transformados em salas de banquete, salas de cocktails, salas de reunião ou até numa plateia improvável, sempre com uma decoração condizente a medida de cada ocasião.

Palácio Correio-mor

Palácio Correio-Mor

No edifício de três pisos, a escadaria de acesso ao andar mais nobre apresenta uma fonte setecentista bastante imponente. No exterior, com uma panóplia incontável de tons de verde oferecidos pela cadência dos bosques repletos de áleas e jardins, destacam-se as cascatas e os azulejos com figuras mitológicas.

Palácio Correio-Mor

Em tempos palco das gravações da série de televisão O Processo dos Távoras, na qual surgia como o palácio do Duque de Aveiro, é o espaço perfeito para conjugar eventos com uma tendência mais urbana e particularmente requintada. Para eventos de maior extensão, o pátio central pode acolher uma tenda de grandes dimensões que permite usufruir igualmente desta espaço aristocrático.

Palácio Correio-Mor

As salas do Palácio do Correio-Mor comportam entre 70 a 200 pessoas. O estacionamento abarca cerca de 300 viaturas. O palácio fica muito próximo da Radial de Odivelas, A8, e da Calçada da Carriche, razão pela qual beneficia de excelentes acessos.

Palácio Correio-Mor

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